Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007

fé... um pouco á deriva

Sou catolica nao particamente .. nao me vou confessar nao se preocupem... ja foi mais particante do que sou agora. Foram os tempos que ia há missa todos os fins de semana, á  muito  tempo que nao entro numa igreija. Mesmo assim a paz que transmite quando entro deixa me a refletir porque o acontece. Sinto uma grandiosidade, uma envolvencia, um mundo protegido. A minha fé nao anda muito catolica, deixei de acreditar em imensas situaçoes e crenças religiosas, nao acredito em muita da verdadeira fé dos padres. Sim sao os padres que me fazem mais confusao. Teria mais fé e nao me sentia tao distante da igreija intituiçao se os padres (que conheço ou que me falam) nao andassem metidos com as beatas da igreija ou com as empregadas das suas casas. Disse bem, sim casas, grandes moradias com porteiro, mordomo, jardineiro, e mais alguns, em que se dao festas particulares. Padres que têm grandes carros luxuosos. E como conseguem pedir na igreija para dar mos esmolas para as roupinhas das crianças e comida para os mais pobres... - oh sr. padre quanto deu este mês??

Tento nao pensar nesses lapsos da religiao catolica e acreditar que nem tudo é assim.

Parte desta minha negaçao tem o dedo do "casamento", o dedo ou o medo. Fui educada que deveria casar e quando se casa ambos sao fieis, existe amor e respeito. A minha vida amorosa trouxe me demasiados dissabores, tantos que deixei de acreditar que no amor ambos  podem ser fieis, que se casa com a certeza para a vida toda. Pelos desgostos, pelo medo e pelas descrenças coloquei o casamento catolico de lado (no fundo nao foi de lado, foi emcoberto). É mais facil dizermos que nao queremos algo porque achamos que é desnecessario do que ter que explicar que afinal tem se é medo de acreditar. Porque depois vêm as perguntas: "entao porque nao acreditas? o que te fez pensar assim? E nao me apetece falar a toda a gente as quedas da minha vida.

Gostava de olhar  para o ceu e sentir que algo poderoso e bondoso que protege. Gostava de acreditar que todo o esforço que faço me trará recompensas. Que a nossa vida é aquilo que semeamos. Como faço para ter fé ?? ... nos momentos dificies gostava de sentir que algo me protege, nao me vai deixar magoar mais. Eu quero acreditar para que assim se torne mais facil acreditar no meu futuro...

Em tempos achei que nao precisava de mais nada, bastava eu querer e lutar por isso, hoje ja sinto que sozinha nao é facil e que as capacidades para aguentar nao sao ilimitadas.

sAndRa às 16:08
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De João Cordeiro a 30 de Novembro de 2007 às 10:40
Um tema muito polémico e subjectivo.
Já pensas-te se alguém falasse: ”que somos feitos à imagem e semelhança de um Buda, Alá, Júpiter ou qualquer outra divindade?”
Certamente que não aceitaríamos de bom grado, mas aceitamos com júbilo o mesmo em relação a um Deus que não conhecemos e que tanto é homem como mulher.
Em nada é diferente com as outras divindades e consequentemente com o que daí advém.
Ensinaram-me desde menino a não dizer mentiras.
No entanto, se nos debruçarmos na quantidade de falsidades que nos calçam quando somos crianças, constatamos depois no real que tudo o que nos foi incutido é puro equívoco.
Por exemplo: as crianças antes vinham em cestos ou penduradas em bicos de cegonhas quando não vinham por correio de Paris... a sorte é que naquela altura não havia greves dos correios.
Aos padres foi-lhes conferido o “poder especial e divino” de ouvirem as nossas falhas e limitações e perdoarem-nos... Extraordinário!
As freiras estão todas casadas com o mesmo ser... e os padres também.
Isto leva realmente a que Freud tentasse perceber o mecanismo do comportamento humano.
Por vezes penso que temos posturas iguais ou muito parecidas com as que já existiam no antigo Egipto, ou na Roma Antiga.
Falando na Roma Antiga, estes conseguiram globalizar tanto a nível político, monetário como mercantil.
Penso que devíamos descobrir uma fórmula explicando como é que eles o faziam na altura e tentar reproduzir o mesmo na actualidade. Eventualmente o “ovo de Colombo” para alguns governantes.
O que seria Leonardo Da Vinci se hoje fosse vivo? Algum stressado com alguma patologia clínica, que andaria de rastos, com as drogas que eventualmente lhe receitasse qualquer psiquiatra. Um pintor talvez sem grande valor de marchandise, um presumido inventor que acabaria por ver as suas ideias serem comercializadas e vendidas por grandes fábricas e possivelmente a sua homossexualidade ser esquecida se fosse importante, ou um factor de discriminação se ninguém lhe ligasse nenhuma. Esta teoria é baseada por escritos históricos da época portanto vale o que vale... aliás o sexo naquela altura era visto de forma algo diferente.
Nascemos todos nus, mas ao morrermos vamos todos vestidos. Já viram o que seria um bebé nascer com uma fatiota pré neófita?
Existe até uma empresa que está a preparar drageias para acompanhar o desenvolvimento do feto para vir já vestido... com fraldas e tudo. Fantástico!
Que pressupostos tão parvos e descabidos. Será que algum dia irei ter cura?

Beijinhos sonhadores


De sAndRa a 30 de Novembro de 2007 às 16:22
ui ui Leonardo da Vinci nao tinha maos a medir nesta confusao que vivemos. Gsotei da parte de nascermos vestidos ou melhor eu penso que deveriamos era morrer despidos, e assim sermos enterrados. (eu quero ser cremada, sem qualquer duvida) nao é pela parte de ir nua, mas por motivos que dava um post.
obrigado pelo comentario e pelo nivel de cultura colucado nele.


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