Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2007

bidu bidu

HUMMMMMM

Quero miminho teu agora... hummm sim sim

pareço uma menina pequenina ... e depois.. quero la saber...

ja me chega o peso das responsabilidades ... e nessas alturas ser adulta á força como sempre fui. Contigo nao quero mascaras, quero ser um outro "eu" que so te mostro a ti...

sAndRa às 17:03
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7 comentários:
De bruno a 5 de Dezembro de 2007 às 20:34
há dias assim!


De Bruna a 6 de Dezembro de 2007 às 10:41
ai...ai...so amor LOOOOOOL !!! k carencia! ;) bjo*


De sAndRa a 6 de Dezembro de 2007 às 15:27
Acho que tem haver com o meu signo e tb com a minha personalidade que fui criando. Sou muito forte e profissional e tb sou muito mimalha e fragil. sou balança sabes...
beiju


De Secreta a 6 de Dezembro de 2007 às 15:01
É muito reconfortante saber que nos podemos mostrar tal e qual nós somos a alguém. É muito bom saber que há um alguém que não nos aponta o dedo , que não critica , que ajuda , que entende ...
Beijito :)


De sAndRa a 6 de Dezembro de 2007 às 15:24
ola
Faz nos sentir que é a nossa metada... beiju


De João Cordeiro a 7 de Dezembro de 2007 às 10:49
De facto é importante viver sem máscaras de qualquer espécie.
Eu deveria ter feito como os outros e encontrar-me, aos quarenta, pai de família, funcionário público, cansado e contando os dias para a reforma. Mas, eu próprio desafiei o destino. Atirei-me a uma destruição metódica.
Tentei sempre ir mais além… mais além no amor, mais além da raiva, mais além deste mundo visível. Inclusive por todos os meios que dispunha, álcool, drogas, a mística ou a loucura.
A verdadeira vida devia estar algures…
Toda a minha vida experimentando, falhando, recomeçando, para sair, por fim, da minha triste condição.
A família, o amor, o trabalho, as férias, o passeio ao sol, não passavam de máscaras de carnaval oferecidas às pessoas, enquanto se espera que elas ordeiramente tomem o seu lugar no cemitério.
A grande maioria morre intacta. Ou seja, pouco diferentes do que nasceram, como pedaços de carvão, não consumido, a apodrecer nas profundezas de uma velha mina abandonada à sua sorte.
Esses não consumiram a vida. E, por vezes às portas da morte, revoltam-se por terem sido enganados, por sentirem, bem nesse instante que não viveram, ou que não os deixaram viver.
Pelo menos, eu tentei sempre afastar as máscaras do degredo psíquico. Mesmo agora, gasto, esfarrapado e grogue.

Beijo sonhador


De sAndRa a 7 de Dezembro de 2007 às 11:26
Esta mundo esta poluido de pessoas que acham que vivem. Nao vivem simplesmente sobrevivem. Trabalham se para pagar os bens que ficam bem ter. Nao se ama, gostasse, por amar é impossivel para pessoas tao egoista. Eu ja cai imensas vezes. muitas desilusoes muitos desgostos, porem continuo a amar e lutar pelo optimo, sem me contentar com o dia a dia. bj


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