Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007

costumas dizer "amo-te"?

 

Este texto/historia que aqui publico nao é da minha autoria. Retireia do blog http://meiadeleitemorna.blogspot.com espero sinceramente que nao se importe. Comoveu-me, deu me um aperto no peito. Quero que todos leiam e que pensam um pouco nela. E visitem o blog é interessante.

 

 

Dois irmãos estavam a jogar à bola no quintal, quando Júlio, o mais novo, disse ao Ricardo:
- Meu querido irmão, amo-te muito e não quero separar-me nunca de ti !
Ricardo, sem dar muita importância ao que Júlio tinha dito, perguntou-lhe:
- Mas que conversa é essa de amar, pá? Cala mas é a boca e continua a jogar…
E os dois continuaram a jogar à bola a tarde inteira.
À noite, Jacó, o pai dos miúdos, chegou do escritório exausto e muito mal disposto, pois não tinha conseguido fechar um bom negócio...
Ao entrar, Jacó olhou para Júlio que, sorridente, lhe disse:
- Olá Pai, amo-te muito e não quero separar-me nunca de ti!
Jacó, no auge do mau humor e stress, disse-lhe:
- Júlio, estou exausto e nervoso. Fazes favor de não me vires com parvoíces!
Júlio ficou magoado com as palavras ásperas do pai, e foi chorar para um cantinho do seu quarto. Joana, a mãe dos miúdos, sentiu a falta do filho e foi procurá-lo, até que o encontrou no cantinho do quarto, com os olhinhos cheios de lágrimas…
Admirada, começou a secar as lágrimas ao filho, ao mesmo tempo que lhe perguntava:
- O que foi, Júlio? Por que é que está a chorar?
Júlio olhou para a mãe com uma carinha triste e disse-lhe:
- Mãe, eu amo-te muito e não quero separar-me nunca de ti!
Joana sorriu para o filho e afirmou:
- Meu filho querido, ficaremos sempre juntos!
Júlio sorriu, deu um beijo à mãe e foi deitar-se...
No quarto do casal, quando ambos se estavam a preparar para se deitarem, Joana comenta a Jacó:
- Não achaste o Júlio muito estranho hoje?
Jacó, muito stressado pelo trabalho, disse:
- Esse miudo está é a querer chamar a atenção... Deita-te e dorme!
Finalmente, todos se deitaram e adormeceram, sossegados.
Às duas da manhã, Júlio levantou-se, foi ao quarto do seu irmão Ricardo e ficou a vê-lo dormir... Ricardo, incomodado com a claridade, acordou e gritou para o Júlio:
- Estás doido?! Apaga já a luz e deixa-me dormir!
Em silêncio, Júlio obedeceu ao irmão. Apagou a luz e dirigiu-se ao quarto dos pais...
Quando lá chegou, acendeu a luz e ficou a ver os pais a dormir. Jacó acordou e perguntou ao filho:
- O que foi, Júlio?
Em silêncio, Júlio apenas acenou negativamente com a cabeça. Nessa altura Jacó, irritado, interregou-o:
- Então, o que é que queres?
Júlio continuou em silêncio. Jacó, já muito irritado, berrou, dizendo:
- Então vai dormir, miúdo doente!...
Júlio apagou a luz, dirigiu-se ao seu quarto e deitou-se. Na manhã seguinte todos se levantaram cedo. Jacó ia trabalhar e Joana ia levar as crianças à escola. Ricardo já estava acordado...
Mas Júlio não se tinha levantado...
Então, Jacó, que já estava muito irritado com o Júlio, entrou a bufar no quarto do miúdo e gritou:
- Levanta-te preguiçoso!!!
Júlio, nem se mexeu…
Então, Jacó avançou para a cama do miúdo e puxou para trás o lençol, destapando a criança, quando se apercebeu de que Júlio estava com os olhos fechados e muito pálido.
Assustado, pôs a mão sobre o rosto do filho e notou que ele estava gelado. Desesperado, gritou, chamando a mulher e o Ricardo, para verem o que tinha acontecido ao Júlio... Infelizmente... Estava morto e aparentemente sem motivo. Joana, desesperada, abraçou o filho morto e quase não conseguia respirar de tanto chorar. Ricardo, desconsolado, segurou com força na mão do irmão e também só chorava…
Jacó, desesperado, soluçava, e ao olhar para o seu querido menino, apercebeu-se de que ele tinha um papelinho dobrado entre as suas pequenas mãozitas. Jacó agarrou no pequeno papel e leu o que Júlio tinha escrito:
Jacó, desesperado, soluçava, e ao olhar para o seu querido menino, apercebeu-se de que ele tinha um papelinho dobrado entre as suas pequenas mãos. Jacó agarrou no pequeno papel e leu o que Júlio tinha escrito:
-“Numa destas noites, Deus veio falar comigo durante um sonho. Disse–me que, apesar de eu amar a minha família e de ela também me amar, íamos ter de nos separar. Eu não queria, mas Deus explicou-me que era preciso. Não sei o que vai acontecer, mas estou com muito medo. Mas gostava de dizer uma coisa:
- Ricardo, não te envergonhes de me amar.
- Mãe, és a melhor mãe do mundo.
- Pai, de tanto trabalhares, esqueceste-te de viver.
- Eu amo-vos aos três!!!!

Quantas vezes não temos tempo para parar, amar, e receber o amor que nos é oferecido? Talvez quando acordarmos seja tarde demais...

 

sAndRa às 15:16
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22 comentários:
De daplanicie a 15 de Dezembro de 2007 às 12:21
Que texto maravilhoso! Adorei e tocou bem fundo!
Beijinhos e bom fim de semana


De sAndRa a 27 de Dezembro de 2007 às 19:43
A mim deixou me com as lagrimas nos olhos....
um ano 2008 como sonhas


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